se manifesta como tristeza típica.
Pode aparecer como:
→ Apatia
→ Dores físicas sem causa
→ Queixas de memória
→ Isolamento
→ Perda de apetite
→ "Não vale a pena viver"
E por isso, passa despercebida.
A família acha que é "coisa da idade".
O médico pede exames para investigar
a dor — e não encontra nada.
O idoso não chora, não fala que está triste,
então ninguém pensa em depressão.
Mas a depressão está ali.
Silenciosa.
Disfarçada de corpo cansado.
E o pior:
muitas vezes é confundida com demência.
"Ele está esquecendo tudo" —
pode ser depressão.
A diferença?
Na depressão, o próprio idoso
reclama muito da memória
("não lembro de nada, doutora").
Na demência, a família percebe mais
do que ele.
E tem outra diferença decisiva:
a depressão MELHORA com tratamento.
Por isso, antes de aceitar
que "é assim mesmo",
que "faz parte da idade" —
Investigue.
Procure um psiquiatra
ou psicogeriatra.
Porque tratar depressão
no idoso devolve qualidade de vida,
autonomia, vontade de viver.
E quanto antes começar,
melhores os resultados.
Se você reconheceu alguém
que você ama neste post,
não espere.
Para agendar sua consulta,
acesse o link na bio.
Dra. Érica Meireles Leite
Psiquiatra | Especialista em Psicogeriatria
CRM-MS 13.547 | RQE 8064 e 8065