Em 2020, para diagnosticar Alzheimer com precisão, dependíamos da ressonância e do líquor.
Em 2026, temos PET-amiloide, FDG-PET e biomarcadores no sangue.
Isso não é só tecnologia. É janela de intervenção.
Porque o diagnóstico preciso abre o caminho para o tratamento certo — no momento em que ele ainda faz diferença.
Se você cuida de alguém com queixas cognitivas e ainda não passou por avaliação especializada: esse é o momento. 🧠
Dra. Érica Meireles Leite
Psiquiatra | Especialista em Psicogeriatria
CRM-MS 13.547 | RQE 8064 e 8065